Jogo da pirâmide dos alimentos
Aprende a ver as horas
Jogo roda dos Alimentos
Blog feito pelos alunos do 1º, 2º, 3º e 4º Ano da EB1 de Veade-Celorico de Basto (traquinices1@gmail.com)
(Castelo de Arnóia)
Em Veade o senhor abade comeu um frade.
Em Canedo há uma coisa que a todos mete medo.
No Corgo há um velhinho que caçou um tordo.
Em Molares encontrei uma picareta para tu trabalhares.
Em Gagos moram uns franceses de 180 kg e ainda acham que são magros.
Em Britelo encontrei um pinto que em vez de penas tem pêlo.
Em Ourilhe são os homens que vão às compras a Caçarilhe.
Em Caçarilhe há uma cabra que foge sempre para Ourilhe.
Em Stª Tecla a rapariga mais bonita é careca.
Em Vale de Bouro as meninas tomam banho com um vassouro.
Em Moreira os agricultores vendem os ratos na feira.
Em Arnóia a criada do padre é uma saloia.
Em S. Clemente os periquitos exigem pão quente.
Em Agilde todo o correio vai parar a casa da Matilde.
Em Carvalho as pessoas mais vaidosas lavam os dentes com alho.
Em Ribas os homens mais gulosos comem cobras vivas.
Em Infesta as casas são varridas com uma vassoura de giesta.
Em Borba a violência doméstica é uma borga.
Em Gémeos há uma gata e um cão que são gémeos.
Em Fervença há um lugar onde a zaragata é intensa.
Em Codeçoso há local mal cheiroso.
No Rego há um motorista que conduz uma carreta e chama-se Alfredo.
Hugo Manuel e José Diogo 3º ano
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Eu era uma semente, caí na terra e depois comecei a crescer. Quando veio a Primavera apareceram-me as primeiras folhas e depois as flores. No Verão as flores transformaram-se em frutos. Chegou o Outono e colheram os meus frutos saborosos. Também me começaram a cair as folhas e no Inverno fiquei nua.
Ontem e, tal como quase todas as quartas-feiras, antigos alunos vieram fazer uma visita aos colegas e a mim. Vinham um pouco tristes pois leram que íamos fazer um novo blogue. Acham eles que devíamos manter o mesmo, até porque eu sempre lhes disse que podiam continuar a publicar artigos sempre que quisessem. Consultados todos os alunos presentes, da escola e visitantes, chegámos à conclusão que ficará o mesmo blogue ao qual daremos continuidade.Estava uma tarde bonita e cheia de sol. Como de costume, Joana saltitava descalça pela areia da praia.
Todos os dias, depois da escola e com os deveres já feitos, Joana dirigia-se à praia e aí passava o tempo. Brincava e sonhava com o mar e os seus habitantes. “Como é lindo o mar!” – pensava ela.
Lá ao longe viam-se uns peixinhos a saltitar e Joana só queria ser como eles para viver no mar.
Seria boa a vida dos peixes? Seria bonito o fundo do mar? Que haveria para além das rochas, areia e velhos navios naufragados? Eram perguntas que ela fazia a si própria enquanto estava deitada na areia.
- Quando for grande vou ser mergulhadora para poder responder a estas perguntas todas - Pensava ela.
Estava nestes pensamentos quando de repente ouviu uma voz que a chamava:
- Joana! Joana!
Quem seria?
Olhou para um lado e para o outro mas não viu ninguém. A voz fez-se ouvir novamente:
- Joana! Joana!
A voz vinha do mar. Mas como poderia ser se lá não estava ninguém? Levantou-se e que viu ela...? Um peixinho dourado que saltitava na água, chamando por ela.
Dirigiu-se à água e falou ao peixe:
- És mesmo tu que chamas por mim, peixinho?
- Sim sou eu.
- Mas eu não sabia que os peixes falavam! Porque me chamaste? E como sabes o meu nome?
- Calma menina, uma pergunta de cada vez. - Diz o peixe. - Eu chamei-te porque te conheço há muito, desde o tempo em que ainda vinhas ao colo da tua mãe para a praia e sei o que desejas. Queres que te mostre o fundo do mar?
- Sim quero mas...
- Mas o quê? Não queres ir comigo, é isso?
- Eu quero mas, como vou respirar dentro da água?
- Confia em mim e salta para aqui. Vem comigo.
Joana muito admirada com tudo o que se estava a passar saltou para a água.
Enquanto seguia o seu recente amigo, continuou a fazer-lhe perguntas e mais perguntas.
- Como te chamas, peixinho?
- Chamo-me Dourado, mas vamos depressa porque tens muitas coisas para ver.
À Joana tudo parecia um sonho, ela até conseguia respirar como os peixes!
Depois de descer um bocado, Joana perguntou ao Dourado:
- Porque é que aqui é tão escuro? Mal posso ver. O mar não é todo assim pois não Dourado?
- Não, não é. Aqui é uma zona de muita poluição por isso está tão escuro assim. Mas temos que ir por aqui, é mais seguro. Do outro lado o mar é mais claro mas existem muitas redes de pescadores e podemos ficar presos nelas.
Desceram mais um bom bocado e logo Joana começou a ver melhor. Lá estava um velho navio naufragado. Seria ali que morava o seu amigo peixe?
- Olha Joana vês aquele navio? Já está aqui há muitos anos. Contam os meus avós que quando eles nasceram já aqui estava.
Entraram no navio e Joana vê dezenas de peixinhos iguais ao seu amigo carregando na boca algo igualmente dourado. Joana parou admirada.
- Que levam eles na boca?
- São rodinhas douradas, os humanos chamam-lhe moedas de ouro e sempre que as encontram levam-nas todas. Estas ainda não foram encontradas por eles e nós resolvemos fazer um castelo com elas. Está quase terminado. Vem ver como está bonito o nosso castelo.
(Continua)
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